top of page

Demissão silenciosa na empresa: o erro que pode sair mais caro que demitir

Foto do escritor: Rodrigo Sarruf
Rodrigo Sarruf
30 de jun.
1 min de leitura

Mulher pensativa trabalha em escritório moderno ao pôr do sol, com laptop, caderno, caneca QUIET e colegas desfocados ao fundo.

Demissão silenciosa na empresa

Muitas empresas, ao invés de demitir, tentam “forçar” o funcionário a pedir desligamento. Esse comportamento é chamado de demissão silenciosa.


O problema é que essa estratégia, além de ineficaz, pode gerar um custo ainda maior do que a própria demissão. E o pior, traz um risco jurídico altíssimo.


O que é demissão silenciosa na prática?

Acontece quando a empresa passa a retirar funções do funcionário, excluir de reuniões, dificultar o trabalho, ignorar ou isolar o colaborador. O objetivo costuma ser um só: fazer o empregado pedir demissão.


Onde está o risco jurídico

Esse tipo de conduta, que também é conhecido como ócio forçado, pode ser interpretado como assédio moral, alteração prejudicial do contrato, quebra da relação de confiança.

Em alguns casos, essa atitude pode levar à rescisão indireta.


O impacto financeiro

Se houver reconhecimento judicial, a empresa pode ter que pagar valores como verbas rescisórias por demissão sem justa causa, possíveis indenizações, além dos custos com o processo. Em resumo: o “atalho” sai mais caro para a empresa.


O que fazer de forma segura?

✔ ter critérios claros de desempenho

✔ documentar situações

✔ agir de forma transparente

✔ estruturar desligamentos corretamente


Conclusão

Tentar evitar a demissão pode parecer estratégico no curto prazo, mas pode se tornar um problema jurídico relevante a longo prazo. Portanto, antes de forçar o ócio do empregado, a empresa deve pensar bem nas consequências disso.

Demissão silenciosa na empresa.



 
 
 

Comentários


bottom of page